Nas mãos de um chef competente, um simples prato de salada de alface pode ser transformado em uma obra de arte. Ele escolhe bem cada folha, dá um toque de sal e pimenta, um fio de azeite e pronto, a apresentação está perfeita. A cozinha natural, muitas vezes esquecida pela gastronomia, começa a ganhar um formato gourmet. Os cozinheiros profissionais investem em ingredientes frescos e orgânicos para criar um cardápio mais saudável e colorido. Quem ganha não são apenas os vegetarianos ou macrobióticos, mas também os apreciadores de uma comida leve — e cheia de sabor.
Salada vegetariana e o risoto primavera da Alice Brasserie: pratos naturais passam a conviver lado a lado com os tradicionais pratos franceses
Apesar de representar a tradição da culinária francesa, repleta de carnes, aves e pratos carregados na manteiga, a chef Alice Mesquita, do restaurante Alice Brasserie (na QI 17 do Lago Sul), resolveu criar uma opção vegetariana para seus clientes. “Como tenho um menu degustação, com entrada, prato principal e sobremesa, notei que muitas pessoas montavam um cardápio sem carne e pediam para substituir alguns pratos. Então, resolvi arriscar e mudar um pouco”, conta a cozinheira, que admite preferir uma refeição apenas com legumes e verduras.
Nos primeiros meses do cardápio especial sem carne, ela resolveu ousar com grão de bico com curry e paella vegetariana. “Queria fazer uma coisa diferente, mas muita gente ainda ficou desconfiada. Mudo o cardápio periodicamente para não ficar cansativo. A receptividade é maior por parte do público feminino, elas gostam de uma coisa mais leve e saudável”, diz a chef. Para o inverno, Alice preparou uma salada com alface, tomate, vagens, pepino, cenoura ralada, azeite extra virgem e manjericão fresco; quiche de queijo e brócolis com salada verde ou raviolonni de abóbora ao molho de manteiga de ervas e parmesão; quindim com calda de frutas, mousse de chocolate com chantilly e cerejas ou arroz doce.
Para a chef, aquele costume de cortar e cozinhar batata, cenoura e vagem com sal e servir, pode ser refinado. “Basta saltear no azeite para ficar uma delícia. Pode ser acompanhado de uma massa ou para um risoto. Outra coisa essencial para dar mais sabor é usar ervas frescas, como manjericão, tomilho ou alfavaca. Deixa os pratos interessante e com um perfume ótimo”, aconselha Alice. Outra ideia é preparar sopas, caldos, tortas e quiches.
Substituição
O costume de cozinhar ingredientes frescos e saudáveis acompanha há décadas a chef Louise Hagler, autora do livro Culinária da soja (Ed. Nova Era) e membro da Associação Internacional dos Profissionais de Culinária. Ela começou a preparar pratos vegetarianos em 1971 e não parou mais. Todos têm uma apresentação impecável, sem perder o jeito de feito em casa. Nestes 40 anos, ela criou receitas criativas que substituem clássicos da gastronomia, como cheesecake de tofu ou hambúrguer de beterraba. “A culinária vegetariana é saudável e sustentável. É uma forma de se alimentar de um jeito harmônico com a natureza e que é acessível a qualquer pessoa do planeta. É uma comida que me faz sentir bem de corpo e alma”, disse a cozinheira ao Correio.
Para a chef americana, uma das grandes vantagens de trabalhar com a cozinha natural e deixá-la com aspecto gourmet é a versatilidade. “Minha especialidade é criar pratos vegetarianos sofisticados, de um jeito simples. Geralmente, faço isso usando uma fusão de ingredientes de diferentes tipos de culinárias. As possibilidades são infinitas. Mesmo cozinhando dessa forma por tanto tempo, não consigo ficar sem ideias”, conta Louise.
Entre as últimas invenções da chef, está a receita do chocolate chip cookie (biscoito de chocolate) feito com rapadura. “Meu irmão mora no Rio e ele me deu de presente quando veio me visitar. Adoro experimentar ingredientes diferentes. Dou aulas de nutrição e gastronomia no México e na Guatemala e acho importante que as pessoas usem produtos locais para criar pratos saudáveis, que tenham aquela característica caseira e possam manter a família feliz”, conta.
“Estou constantemente em busca de novos ingredientes, mas nem todo mundo é tão aventureiro com a comida. Meu conselho para quem gosta de gastronomia é experimentar uma coisa nova de vez em quando. Existem tantas receitas boas por aí. Se você não gostar da primeira vez, tente de novo! Visitei o Brasil pela primeira vez na semana passada e provei todas as frutas e vegetais que eram novos para mim. Que abundância maravilhosa vocês têm!”, admira-se Louise.
Saúde
O chef Gabriel Magnani deixou a gastronomia italiana de lado e se especializou na cozinha natural depois de ser convidado para assumir o cardápio do restaurante Bhumi (113 Sul). A casa oferece apenas produtos orgânicos e 95% dos pratos são vegetarianos. “É um serviço diferenciado, que não existia na cidade ainda. A maioria dos restaurantes tem serviço de buffet e o nosso é à la carte. O nosso público quer degustar uma culinária saudável, mais bonita e mais gourmet”, explica o cozinheiro.
O restaurante, inaugurado em abril, procura aliar a gastronomia com saúde física e mental. Alguns pratos,por exemplo, não levam alho, porque eles podem influenciar no funcionamento de alguns chakras. “Temos uma clientela exigente em busca de algo natural, orgânico, de uma cozinha que traga bem-estar”, comenta Magnani. Os sucos são frescos e carregados de vitaminas e nutrientes. “Fazemos um smoothie, um tipo de vitamina, com couve e ela não é coada nem passada no processador para não perder as fibras naturais”, completa o chef.
Outra atração é o sanduíche de pão essênio — natural, de trigo germinado, nem assado, nem cozido —, recheado com pasta de tofu, berinjela, pimentão e abobrinha assados. “Como o pão essênio é feito com trigo germinado por três dias e depois desidratado entre seis e sete horas, a 43º, ele continua ‘vivo’, como dizemos. É a chamada raw food, comida crua. Ao ser ingerido, ele funciona como uma ‘vassoura’ e limpa todas as impurezas”, diz Magnani.
Para caprichar em um prato vegetariano e gourmet, o cozinheiro do Bhumi sugere melhorar a apresentação. “É preciso encher os olhos de quem vai comer. Se você vai fazer uma salada, escolha uma tigela bonita; não use só a alface crespa, por exemplo, mas coloque um pouco da roxa e algumas folhas de rúcula, para dar mais cor. Depois, é só jogar azeite e degustar”, sugere o chef.
Receita
Dip cremoso de tofu e coentro
Receita da chef e autora americana Louise Hagler
Ingredientes
1 dente de alho grande
1 pimenta japaleño ou malagueta (opcional)
1 xícara de folhas de coentro frescas
250g de tofu
6 colheres de sopa de água
1 colher de sopa de limão
Meia colher de chá de sal
Modo de preparo
Pique no processador ou no liquidificador o alho, a pimenta e as folhas de coentro. Reserve. Depois, bata o tofu, a água, o suco de limão e o sal até que fiquem homogêneos e cremosos. Misture com os temperos e sirva.
Dica da chef
Sirva esse molho como antepasto, com salgadinhos ou hortaliças cruas ou acompanhamento de qualquer prato mexicano. Você
também pode substituir o coentro por 1 colher de chá de cominho em pó.
Fonte: Correio Braziliense
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Algumas doenças podem fazer o animal ficar agitado
Alguns cães parecem ligados em uma tomada: agitados, ansiosos, destruindo tudo ao alcance deles. É o caso de King, um cocker spaniel caramelo que nunca fica parado. O dono, o engenheiro Vitor Rosa, conta que dá aflição ver o bichinho:
— Ele fica grudado em mim e, além de elétrico, é histérico. Late para as visitas que se movimentam dentro da casa. Ele está sempre alerta e estressado se tem gente diferente em casa.
A maioria dos donos, entretanto, desconhece que o problema pode ser causado por distúrbios.
O veterinário Sérgio Braga, especialista em comportamento animal da clínica Vetypiranga, explica que, além da personalidade do bicho, a hiperatividade canina pode estar associada a doenças metabólicas, como disfunções hepáticas e endócrinas e condições neurológicas.
— O cão hiperativo é incapaz de relaxar, ele apresenta aumento de frequência cardíaca e respiratória, e a temperatura do corpo pode aumentar com o exercício. Muitos proprietários acabam, infelizmente, punindo o animal, mantendo-o preso num canil ou sem contato com as pessoas da casa — lamenta o veterinário.
Mas o problema pode ser controlado com a prática de atividades físicas, com brincadeiras e passeios diários. Dependendo do grau do distúrbio, o tratamento com remédios, como ansiolíticos e homeopatia, também é indicado. Para ajudar seu companheiro a relaxar também vale tentar acupuntura e adestramento.
Fonte: Extra Online
— Ele fica grudado em mim e, além de elétrico, é histérico. Late para as visitas que se movimentam dentro da casa. Ele está sempre alerta e estressado se tem gente diferente em casa.
A maioria dos donos, entretanto, desconhece que o problema pode ser causado por distúrbios.
O veterinário Sérgio Braga, especialista em comportamento animal da clínica Vetypiranga, explica que, além da personalidade do bicho, a hiperatividade canina pode estar associada a doenças metabólicas, como disfunções hepáticas e endócrinas e condições neurológicas.
— O cão hiperativo é incapaz de relaxar, ele apresenta aumento de frequência cardíaca e respiratória, e a temperatura do corpo pode aumentar com o exercício. Muitos proprietários acabam, infelizmente, punindo o animal, mantendo-o preso num canil ou sem contato com as pessoas da casa — lamenta o veterinário.
Mas o problema pode ser controlado com a prática de atividades físicas, com brincadeiras e passeios diários. Dependendo do grau do distúrbio, o tratamento com remédios, como ansiolíticos e homeopatia, também é indicado. Para ajudar seu companheiro a relaxar também vale tentar acupuntura e adestramento.
Fonte: Extra Online
Osteomielite em cachorro, o que é isso?
Osteomielite refere-se a uma infecção óssea que tem sua origem na cavidade do osso conhecida como cavidade medular, na forma aguda. Uma forma mais crônica origina-se no periósteo e leva à formação de abscessos que se abrem na pele.
Etiologia – a forma aguda surge quando a bactéria piogênica consegue entrar na medula óssea tanto através da transferência sanguínea como por vias de fraturas compostas. O osteomielite crônica pode desenvolver-se quando as infecções chegam no periósteo e podem seguir ferimentos puncturados ou mordidas. Os principais organismos piogênicos que estão associados a esta doença são os estafilococos e, a uma menor extensão, os estreptococos.
Sinais clínicos – a doença aguda é caracterizada pelo animal mancar, por sintoma febril e inchaço do membro afetado. A formação do abscesso com excreção purulenta é frequentemente o sinal precoce da forma crônica, e os sinais de febre são muito menos evidentes. O exame de raio X é aconselhável em casos duvidosos.
Fonte: Pet Rede
Etiologia – a forma aguda surge quando a bactéria piogênica consegue entrar na medula óssea tanto através da transferência sanguínea como por vias de fraturas compostas. O osteomielite crônica pode desenvolver-se quando as infecções chegam no periósteo e podem seguir ferimentos puncturados ou mordidas. Os principais organismos piogênicos que estão associados a esta doença são os estafilococos e, a uma menor extensão, os estreptococos.
Sinais clínicos – a doença aguda é caracterizada pelo animal mancar, por sintoma febril e inchaço do membro afetado. A formação do abscesso com excreção purulenta é frequentemente o sinal precoce da forma crônica, e os sinais de febre são muito menos evidentes. O exame de raio X é aconselhável em casos duvidosos.
Fonte: Pet Rede
30 eventos de adoção de cães e gatos (até 08 de agosto)
Distrito Federal
07-08-2010 Feirinha de Adoção SVPI - Asa Sul - Brasília DF
Paraná
07-08-2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR
07-08-2010 Feira Permanente de Adoção de Animais - Centro - Campo Largo PR
08-08-2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR
Rio de Janeiro
05-08-2010 Adotar é o Bicho! - Centro - Rio de Janeiro RJ
07-08-2010 Adote um Bichinho e Salve uma Vida - Flamengo - Rio de Janeiro RJ
07-08-2010 1° Expo Intermunicipal de Cães & Gatos - Centro - Petrópolis RJ
07-08-2010 - 08-08-2010 Feira de Adoção do Grupo EstimAção - Alto - Teresópolis RJ
07-08-2010 Feira de Adoções GAPA-MA Itaipava - Itaipava - Petrópolis RJ
07-08-2010 Primeira Campanha de Adoção do G.A.R.R.A - Copacabana - Rio de Janeiro RJ
Rio Grande do Sul
07-08-2010 Feira de adoção de Cães e Gatos do CAPA! - Boqueirão - Passo Fundo RS
Santa Catarina
07-08-2010 Festival Mundo Pet - Centro - Palhoça SC
São Paulo
Grande SP
07-08-2010 Feira de Adoção Deixe Viver - Vila Maria São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção A.V.V.A - Ponte Grande - Guarulhos SP
07-08-2010 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Bela Vista / Consolação - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção dos Anjos dos Bichos - Alphaville - Barueri SP
07-08-2010 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção - Centro - Osasco SP
07-08-2010 - 08-08-2010 Feira de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP
07-08-2010 - 08-08-2010 APAA Feira de Adoção de animais - Santo Amaro - São Paulo SP
07-08-2010 Adoção de Animais D. Francisca - V. Sta. Catarina - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção União SRD - Aclimação - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção de Gatos Bicho no Parque - Bela Vista - São Paulo SP
Interior
07-08-2010 Feira de Doação de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP
07-08-2010 Feirinha de Adoção SOS Animais Abandonados - Anhangabaú - Jundiaí SP
07-08-2010 Feira Permanente de Adoção de Cães e Gatos - Satélite - S. J. dos Campos SP
07-08-2010 Feira Permanente de Adoção - Centro - Jacareí SP
07-08-2010 Feira de Adoção Permanente - Parque Industrial - São José dos Campos SP
07-08-2010 Projeto "Me Leva Pra Casa" - Jardim Aurélia - Campinas SP
07-08-2010 - 08-08-2010 Projeto "Adote um Amigo" IEPA - Jardim Satélite - São José dos Campos SP
Detalhes sobre os eventos em: http://www.olharanimal.net/eventos-de-adocao
07-08-2010 Feirinha de Adoção SVPI - Asa Sul - Brasília DF
Paraná
07-08-2010 Feira "Eu adotei um animal de rua. E você?" - Jardim Social - Curitiba PR
07-08-2010 Feira Permanente de Adoção de Animais - Centro - Campo Largo PR
08-08-2010 Evento de Adoção de Cães e Gatos - Centro Cívico - Curitiba PR
Rio de Janeiro
05-08-2010 Adotar é o Bicho! - Centro - Rio de Janeiro RJ
07-08-2010 Adote um Bichinho e Salve uma Vida - Flamengo - Rio de Janeiro RJ
07-08-2010 1° Expo Intermunicipal de Cães & Gatos - Centro - Petrópolis RJ
07-08-2010 - 08-08-2010 Feira de Adoção do Grupo EstimAção - Alto - Teresópolis RJ
07-08-2010 Feira de Adoções GAPA-MA Itaipava - Itaipava - Petrópolis RJ
07-08-2010 Primeira Campanha de Adoção do G.A.R.R.A - Copacabana - Rio de Janeiro RJ
Rio Grande do Sul
07-08-2010 Feira de adoção de Cães e Gatos do CAPA! - Boqueirão - Passo Fundo RS
Santa Catarina
07-08-2010 Festival Mundo Pet - Centro - Palhoça SC
São Paulo
Grande SP
07-08-2010 Feira de Adoção Deixe Viver - Vila Maria São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção A.V.V.A - Ponte Grande - Guarulhos SP
07-08-2010 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Bela Vista / Consolação - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção dos Anjos dos Bichos - Alphaville - Barueri SP
07-08-2010 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção - Centro - Osasco SP
07-08-2010 - 08-08-2010 Feira de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP
07-08-2010 - 08-08-2010 APAA Feira de Adoção de animais - Santo Amaro - São Paulo SP
07-08-2010 Adoção de Animais D. Francisca - V. Sta. Catarina - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção União SRD - Aclimação - São Paulo SP
07-08-2010 Feira de Adoção de Gatos Bicho no Parque - Bela Vista - São Paulo SP
Interior
07-08-2010 Feira de Doação de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP
07-08-2010 Feirinha de Adoção SOS Animais Abandonados - Anhangabaú - Jundiaí SP
07-08-2010 Feira Permanente de Adoção de Cães e Gatos - Satélite - S. J. dos Campos SP
07-08-2010 Feira Permanente de Adoção - Centro - Jacareí SP
07-08-2010 Feira de Adoção Permanente - Parque Industrial - São José dos Campos SP
07-08-2010 Projeto "Me Leva Pra Casa" - Jardim Aurélia - Campinas SP
07-08-2010 - 08-08-2010 Projeto "Adote um Amigo" IEPA - Jardim Satélite - São José dos Campos SP
Detalhes sobre os eventos em: http://www.olharanimal.net/eventos-de-adocao
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Não quer matar animais no seu curso? fonte: lobo repórter
Alguns cursos como Biologia, Medicina Humana ou Veterinária, Nutrição, Odonto, Farmacologia e outros, ainda exigem o uso prejudicial de animais. Se você não sabia que tal uso de animais fazia parte de seu currículo, e se você percebe que tal uso entra em conflito com suas convicções pessoais, então esta parte do site poderá lhe ser muito útil.
Além de você poder contar com nossa ajuda através de e-mail, os textos de apoio aqui disponíveis poderão lhe dar uma boa idéia de como expor sua objeção com clareza e criatividade, além de ter uma idéia de como a lei se posiciona diante deste uso.
Garantir métodos e abordagens substitutivos humanitários ao uso prejudicial de animais não é sempre fácil, mas existe um crescente número de professores que reconhecem a liberdade de consciência dos estudantes, e que também procuram por uma educação humanitária de alta qualidade.
Como proceder com sua objeção? Solicite formalmente sua objeção! Veja como em http://www.1rnet.org/
Além de você poder contar com nossa ajuda através de e-mail, os textos de apoio aqui disponíveis poderão lhe dar uma boa idéia de como expor sua objeção com clareza e criatividade, além de ter uma idéia de como a lei se posiciona diante deste uso.
Garantir métodos e abordagens substitutivos humanitários ao uso prejudicial de animais não é sempre fácil, mas existe um crescente número de professores que reconhecem a liberdade de consciência dos estudantes, e que também procuram por uma educação humanitária de alta qualidade.
Como proceder com sua objeção? Solicite formalmente sua objeção! Veja como em http://www.1rnet.org/
PODE A CIÊNCIA QUE SE UTILIZA DE ANIMAIS SER CONSIDERADA ÉTICA?
PODE A CIÊNCIA QUE SE UTILIZA DE ANIMAIS SER CONSIDERADA ÉTICA?
Em sua tentativa de tornar a experimentação animal algo mais aceitável pelo público os defensores da vivissecção frequentemente recorrem a argumentos de ordem ética. Informam, por meio de sua propaganda, o quanto a ciência dos animais de laboratórios evoluiu nos últimos tempos, a ponto dos laboratórios de hoje em nada lembrarem as câmaras de tortura de outrora, que tanto proporcionaram em termos de material fotográfico para as campanhas anti-vivissecção.
A alegação, em verdade uma agressão à inteligência do público, quer fazer as pessoas crerem que os ratos de laboratório levam, atualmente, vida de reis. Cientistas graduados precisam usar de subterfúgios para convencer o público de que aquilo que eles fazem não é errado. E os argumentos são os mais pobres possíveis “Ratos de laboratório recebem ração balanceada e água limpa à vontade. É muito mais do que ratos em vida livre recebem; Ratos de laboratório vivem vidas confortáveis, em ambientes limpos, forrados com serragem e em condições de temperatura controlada.” Há ainda o argumento emotivo pseudo-racional “Se não forem usados animais serão usados o que? Você preferiria que se utilizassem crianças?”
A verdade é que a experimentação animal não é nem pode ser uma ciência com ética. Primeiramente porque, embora a experimentação animal seja praticada no contexto acadêmico, ela não pode ser defendida em termos científicos. Em segundo lugar, não há nenhuma racionalidade em argumentar que, porque animais experimentais são melhor tratados hoje do que eram 10, 20, 30 anos atrás, hoje eles recebem tratamento ético.
Diferente da ética envolvendo a experimentação com seres humanos, animais vivos jamais se oferecem para participar de experimentos. Animais não podem se candidatar a participar de experimentos, eles não podem ser informados em relação aos riscos envolvidos nem podem desistir de participar da pesquisa a qualquer tempo. Pelo contrário, sua participação é forçada e invariavelmente resulta em prejuízos para o animal, senão durante os procedimentos, ao fim, com sua morte.
Em uma comparação com seres humanos, animais de laboratório são tão vitimas quanto o foram as vitimas dos experimentos nazistas, ou das pesquisas sobre sífilis envolvendo negros americanos, ou qualquer outro experimento que utilizou seres humanos sem considerar seus interesses individuais.
A ética que aplicamos aos animais não pode ser diferente da ética que aplicamos aos seres humanos. Caso possuamos uma ética distinta para lidarmos com seres com sentimentos semelhantes estaremos incorrendo em discriminação. Nazistas certamente sabiam que suas cobaias tinham sentimentos e interesses particulares, mas eles ignoravam seus direitos mais básicos com base em uma auto-atribuída noção de superioridade. O mesmo em relação a doutores brancos que utilizaram como cobaias negros.
Todo o problema se encontra na noção de que o outro (o negro, o cigano, o judeu, a mulher, o animal), embora tenha sentimentos e interesses particulares, goza de menos direito simplesmente por ser considerado (por parâmetros nada racionais) inferior. Nesse caso a ética aplicada a seres superiores não parece fazer sentido quando aplicada a seres inferiores.
Todo organismo senciente tem interesses, e independente de quais sejam os interesses individuais particulares de cada espécie, todas partilham um interesse comum que é o de fugir ao sofrimento e à morte e buscar uma sobrevivência compatível com sua natureza.
O confinamento de animais ou sua utilização para finalidades distintas daquelas para as quais o animal naturalmente se desenvolveu, sua submissão, seu subjugo, a aplicação de qualquer ação prejudicial ao indivíduo que seja, vão de encontro aos interesses desse animal enquanto indivíduo.
Nenhum defensor da experimentação animal ousa afirmar que animais não sentem nem tem seus próprios interesses. Pelo contrário, eles reconhecem que animais sentem, mas que esses sentimentos podem ser negligenciados em favor do bem de um ser superior, no caso, o ser humano. Pois não é esse mesmo raciocínio, o da crença da superioridade de um grupo perante outro grupo, que leva muitas vezes à negligência dos direitos humanos?
Portanto para a pergunta: “Pode a experimentação animal ser considerada ética?” a resposta é obviamente não, pois o único caso em que ela poderia ser considerada ética (se animais pudessem entender os propósitos do experimento, conhecer os riscos envolvidos, pudessem assinalar a vontade de participar e pudessem desistir do experimento a qualquer momento) é impossível de ocorrer.
Quando tratamos de seres humanos como cobaias involuntárias, os argumentos utilitaristas de “prováveis benefícios” não tem lugar. Não nos interessa que poucos precisaram ser sacrificados para o benefício de muitos, pois a utilização de cobaias involuntárias contraria direitos individuais.
O questionamento em relação à ética que envolve a experimentação animal está acima de qualquer questionamento em relação à adequação da metodologia ou em relação à finalidade do experimento. Da mesma forma que em relação à pesquisa ética envolvendo seres humanos, ela é muito anterior e mais urgente.
Sérgio Greif - sergio_greif@yahoo.com
Biólogo, mestre em Alimentos e Nutrição, membro fundador da Sociedade Vegana, autor de livros, artigos e ensaios referentes à experimentação animal, aos métodos substitutivos ao uso de animais na pesquisa e na educação, à nutrição vegetariana, ao modo de vida vegano e aos direitos animais, entre outros temas.
APOIE AS CAMPANHAS SENTIENS PELOS ANIMAIS
Criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal
http://www.sentiens.net/promotoria-de-defesa-animal/peticao
Contra a liberação dos maus-tratos aos animais
http://www.sentiens.net/liberacao-maus-tratos/peticoes
Em sua tentativa de tornar a experimentação animal algo mais aceitável pelo público os defensores da vivissecção frequentemente recorrem a argumentos de ordem ética. Informam, por meio de sua propaganda, o quanto a ciência dos animais de laboratórios evoluiu nos últimos tempos, a ponto dos laboratórios de hoje em nada lembrarem as câmaras de tortura de outrora, que tanto proporcionaram em termos de material fotográfico para as campanhas anti-vivissecção.
A alegação, em verdade uma agressão à inteligência do público, quer fazer as pessoas crerem que os ratos de laboratório levam, atualmente, vida de reis. Cientistas graduados precisam usar de subterfúgios para convencer o público de que aquilo que eles fazem não é errado. E os argumentos são os mais pobres possíveis “Ratos de laboratório recebem ração balanceada e água limpa à vontade. É muito mais do que ratos em vida livre recebem; Ratos de laboratório vivem vidas confortáveis, em ambientes limpos, forrados com serragem e em condições de temperatura controlada.” Há ainda o argumento emotivo pseudo-racional “Se não forem usados animais serão usados o que? Você preferiria que se utilizassem crianças?”
A verdade é que a experimentação animal não é nem pode ser uma ciência com ética. Primeiramente porque, embora a experimentação animal seja praticada no contexto acadêmico, ela não pode ser defendida em termos científicos. Em segundo lugar, não há nenhuma racionalidade em argumentar que, porque animais experimentais são melhor tratados hoje do que eram 10, 20, 30 anos atrás, hoje eles recebem tratamento ético.
Diferente da ética envolvendo a experimentação com seres humanos, animais vivos jamais se oferecem para participar de experimentos. Animais não podem se candidatar a participar de experimentos, eles não podem ser informados em relação aos riscos envolvidos nem podem desistir de participar da pesquisa a qualquer tempo. Pelo contrário, sua participação é forçada e invariavelmente resulta em prejuízos para o animal, senão durante os procedimentos, ao fim, com sua morte.
Em uma comparação com seres humanos, animais de laboratório são tão vitimas quanto o foram as vitimas dos experimentos nazistas, ou das pesquisas sobre sífilis envolvendo negros americanos, ou qualquer outro experimento que utilizou seres humanos sem considerar seus interesses individuais.
A ética que aplicamos aos animais não pode ser diferente da ética que aplicamos aos seres humanos. Caso possuamos uma ética distinta para lidarmos com seres com sentimentos semelhantes estaremos incorrendo em discriminação. Nazistas certamente sabiam que suas cobaias tinham sentimentos e interesses particulares, mas eles ignoravam seus direitos mais básicos com base em uma auto-atribuída noção de superioridade. O mesmo em relação a doutores brancos que utilizaram como cobaias negros.
Todo o problema se encontra na noção de que o outro (o negro, o cigano, o judeu, a mulher, o animal), embora tenha sentimentos e interesses particulares, goza de menos direito simplesmente por ser considerado (por parâmetros nada racionais) inferior. Nesse caso a ética aplicada a seres superiores não parece fazer sentido quando aplicada a seres inferiores.
Todo organismo senciente tem interesses, e independente de quais sejam os interesses individuais particulares de cada espécie, todas partilham um interesse comum que é o de fugir ao sofrimento e à morte e buscar uma sobrevivência compatível com sua natureza.
O confinamento de animais ou sua utilização para finalidades distintas daquelas para as quais o animal naturalmente se desenvolveu, sua submissão, seu subjugo, a aplicação de qualquer ação prejudicial ao indivíduo que seja, vão de encontro aos interesses desse animal enquanto indivíduo.
Nenhum defensor da experimentação animal ousa afirmar que animais não sentem nem tem seus próprios interesses. Pelo contrário, eles reconhecem que animais sentem, mas que esses sentimentos podem ser negligenciados em favor do bem de um ser superior, no caso, o ser humano. Pois não é esse mesmo raciocínio, o da crença da superioridade de um grupo perante outro grupo, que leva muitas vezes à negligência dos direitos humanos?
Portanto para a pergunta: “Pode a experimentação animal ser considerada ética?” a resposta é obviamente não, pois o único caso em que ela poderia ser considerada ética (se animais pudessem entender os propósitos do experimento, conhecer os riscos envolvidos, pudessem assinalar a vontade de participar e pudessem desistir do experimento a qualquer momento) é impossível de ocorrer.
Quando tratamos de seres humanos como cobaias involuntárias, os argumentos utilitaristas de “prováveis benefícios” não tem lugar. Não nos interessa que poucos precisaram ser sacrificados para o benefício de muitos, pois a utilização de cobaias involuntárias contraria direitos individuais.
O questionamento em relação à ética que envolve a experimentação animal está acima de qualquer questionamento em relação à adequação da metodologia ou em relação à finalidade do experimento. Da mesma forma que em relação à pesquisa ética envolvendo seres humanos, ela é muito anterior e mais urgente.
Sérgio Greif - sergio_greif@yahoo.com
Biólogo, mestre em Alimentos e Nutrição, membro fundador da Sociedade Vegana, autor de livros, artigos e ensaios referentes à experimentação animal, aos métodos substitutivos ao uso de animais na pesquisa e na educação, à nutrição vegetariana, ao modo de vida vegano e aos direitos animais, entre outros temas.
APOIE AS CAMPANHAS SENTIENS PELOS ANIMAIS
Criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal
http://www.sentiens.net/promotoria-de-defesa-animal/peticao
Contra a liberação dos maus-tratos aos animais
http://www.sentiens.net/liberacao-maus-tratos/peticoes
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Um guia de primeiros socorros para cães e gatos
Livro ensina principais procedimentos de emergências e dá dicas para uma avaliação da saúde de seu para animal de estimação
DANILO CASALETTIVocê sabe avaliar quando seu cão está com febre? Qual o batimento cardíaco normal de um gato? Quem tem um animal de estimação em casa precisa estar atento ao seu comportamento. Falta de apetite e apatia, por exemplo, podem esconder diversas doenças. Isso sem falar nos acidentes e imprevistos tão comuns na vida dos pets.
Para ajudar os donos na hora de uma emergência e evitar o tempo perdido com medos e indecisões – que podem até ser fatais para os animais – a americana especializada em medicina de emergência Amy D. Shojai, que já publicou 12 livros sobre animais de estimação, escreveu Primeiros Socorros para Cães e Datos (Gutenberg Editora, R$ 49,90, 432 páginas), que acaba de ganhar uma versão em português.
No livro, a autora mostra técnicas de imobilização e de ressuscitação cardiopulmonar, dá dicas de quais e em que quantidades os remédios para humanos podem ser usados nos animais e ensina como avaliar os principais sinais vitais de cães e gatos (confira quadro no final desta reportagem).
O guia ainda lista um kit de primeiros socorros que a pessoa deve ter em casa. Entre os materiais sugeridos pelo livro, estão tesouras sem pontas (para curativos), focinheira, termômetro clínico, tosquiador elétrico (para aparar pelos em volta de feridas), plástico bolha (para tala de imobilização) e soro fisiológico (para limpar feridas).
A veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Adriana da Costa Val, que participou da revisão de conteúdo para a versão em português da publicação, afirma que o livro deve ser visto como um meio de orientação para os donos, mas não deve substituir a avaliação e os cuidados de um profissional.
Adriana diz que alguns procedimentos que estão no guia podem ser ensinados no consultório e repetidos em casa pelo dono do animal, como a limpeza das orelhas e a medição da temperatura, por exemplo. Mas é preciso cuidado. “A temperatura é medida através do reto, o que pode causar incômodo ao animal se não for feito corretamente”, alerta Adriana.
De acordo com a veterinária, as regras básicas para a boa saúde de seu bicho de estimação são oferecer água fresca e comida de boa qualidade, não deixar objetos perigosos ao alcance deles (canetas, remédios, produtos de limpeza) e analisar se o ambiente onde ele costuma ficar é realmente seguro. O check-up de saúde deve ser feito a cada seis meses e as principais vacinas devem ser atualizadas uma vez por ano.
Assinar:
Postagens (Atom)
