Bagé (RS) avança com medidas sanas pelos animais
Repassando ...
Vitória 1: foi aprovada uma lei no município de Bagé/RS que regulamenta o comércio de cães. A lei prevê que os animais comercializados sejam microchipados e esterilizados.
Contra a lei: alguns integrantes da Faculdade de Veterinária da URCAMP, CRMV, criadores e comerciantes de animais.
Vitória 2: Unidade móvel castrando animais nos bairros (atingindo uma média de 500 animais/mês). Apoio do Núcleo Bageense de Proteção aos Animais
Contra a iniciativa: CRMV; alguns veterinários da cidade (Dra Thais Brasil, professora da faculdade de veterinária da cidade: “somos contra a castração e a favor da preservação das raças”, em entrevista ao jornal local).
O QUE PODEMOS FAZER
Escrever às autoridades e segmentos envolvidos. Ao fazer texto próprio, evitar expressões acaloradas, pontos de exclamação, letras maiúsculas e outras formas que comprometem a seriedade e a credibilidade dos movimentos de defesa animal. Abaixo sugerimos um texto pronto.
Copiar os seguintes endereços:
mpbage@mp.rs.gov.br; duduprefeito@bage.rs.gov.br; smsma@alternet.com.br; camvbage@alternet.com.br; patricia.coradini@bol.com.br ; ccr@tche.com.br; airfagundes@yahoo.com.br ; vicefico@bage.rs.gov.br; camvbage@alternet.com.br ; camvbage@alternet.com.br; reitor@urcamp.tche.br; redacao@jornalminuano.com.br
e colar a seguinte mensagem, não esquecendo de assinar:
Aos bageenses:
Como defensores dos direitos animais, gostaríamos de parabenizar este município pela lei que regulamenta a comercialização de animais e pelo fato de ser dos poucos municípios brasileiros a enfrentar a superpopulação de animais domésticos por meio de unidade móvel que percorre os bairros populares. Bagé se torna referência para todas as cidades que intencionam, mas ainda não conseguiram implementar políticas públicas eficientes e eficazes nesse campo.
Por isso, parabenizamos o município, a referida lei e pedimos o urgente retorno da unidade móvel à sua atuação na esterilização.
Somos contra aqueles que colocam o lucro acima dos interesses dos seres sencientes e, de forma excusa, levam a desinformação às populações. A melhor forma de controle populacional de animais é por meio da esterilização. O número de animais domésticos há muito tempo suplantou o número de lares em condições de os abrigar.
GRUPO PELA ABOLIÇÃO DO ESPECISMO (www.gaepoa.org)
FONTE: http://loboreporter.blogspot.com/2010/06/bage-rs-avanca-com-medidas-sanas-pelos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FnsaH+%28LOBO+REP%C3%93RTER%29
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Quais são os direitos legais dos cachorros?
A LEGISLAÇÃO brasileira ainda considera os animais domésticos como coisas. Essa é a constatação da advogada cível e criadora do site Direito Animal, Denise Grecco Valente. Segundo a especialista no assunto, diantes dessas condições legais, muitos donos maltratam os animais apenas porque eles são de sua propriedade. “Estes pobres só são ‘salvos’ desse horror se algum vizinho se importar e denunciar – ironicamente, exatamente como acontece em casos de maus tratos com crianças.”
A ADVOGADA lembra, entretanto, que os animais têm os direitos previstos no Decreto Lei 24.645/1934, do ex-presidente Getúlio Vargas. Confira abaixo como essa lei descreve as várias modalidades consideradas como maltrato. E se você conhece algum cachorro que vive sob uma dessas condições, denuncie à delegacia mais próxima:
O QUE é maltrato?
- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;
- Manter em local pequeno e anti-higiênico;
- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
- Deixar sem ventilação ou luz solar;
- Não dar água e comida diariamente;
- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
- Promover violência, como as rinhas.
fonte: canina blog - http://www.animaisos.org/
A ADVOGADA lembra, entretanto, que os animais têm os direitos previstos no Decreto Lei 24.645/1934, do ex-presidente Getúlio Vargas. Confira abaixo como essa lei descreve as várias modalidades consideradas como maltrato. E se você conhece algum cachorro que vive sob uma dessas condições, denuncie à delegacia mais próxima:
O QUE é maltrato?
- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;
- Manter em local pequeno e anti-higiênico;
- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
- Deixar sem ventilação ou luz solar;
- Não dar água e comida diariamente;
- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
- Promover violência, como as rinhas.
fonte: canina blog - http://www.animaisos.org/
sexta-feira, 18 de junho de 2010
ANIMAIS SOLTOS NO MAR VIVOS EM FERNANDO DE NORONHA!!!
Repassando:
Ontem,saí com um casal de amigos que também AMAM os animais. Eles me contaram um acontecimento muito IMPORTANTE, que precisamos espalhar para todo o Brasil .Há que se fazer um movimento muito grande para descobrir a verdade dos fatos e tomar providências à nível nacional. Preste atenção no ABSURDO! MOVIMENTE BRASIL!
Esse casal, fez uma viagem AO SAGRADO TEMPLO DA NATUREZA, FERNANDO DE NORONHA. Pois bem: do que se ouve dizer do lugar, existe uma grande preocupação na preservação da natureza. Mas a preocupação é muito mais para "inglês ver", para impressionar turistas. Só para animais exóticos ou marítimos.
Na época, quando são liberadas as visitas de turistas para mergulho, sabe o que eles fazem com os animais de rua, que levam para a ilha?
Eles possuem um barco, que leva para alto mar, o lixo tratado, que deverá ser degradável e sumir, até como comida de peixe. Apenas lixo que não poluirá as claras águas de Fernando de Noronha. E sabe o que mais levam? OS GATOS E CACHORROS DE RUA E SOLTAM VIVOS EM ALTO MAR!!!!!!
Quem contou isso a esse casal de amigos meus, foi a moça que trabalhava no hotel em que se hospedaram e que em conversas, percebeu que gostavam de animais. Ela fica desesperada e nada pode fazer.
Esse casal, tem muito dinheiro e conhece gente importante. O marido da minha amiga contratou um advogado para levantar a verdade dos fatos e a mulher,enviou carta ao Governador do Estado, pedindo explicações. Sugeriram castração das fêmeas, que eles mesmos bancariam.
Sabe qual foi a resposta? Que eles não se metessem nos problemas da ilha. Que dava um trabalhão inútil castrar os animais e que eles " se metessem com os assuntos DO SUL DO PAÍS, porque os problemas da região dele, ele mesmo resolveria da maneira que ele achasse melhor( ou seja BURRA E IRRACIONAL)
Quantas pessoas sabem disso.Quantas,estiveram lá, souberam disso e nada fizeram?
Vamos nos mobilizar para descobrir a verdade e o absurdo.
DIVULGUE! DIVULGUE MUITO, porque a fonte é CONFIÁVEL.
Vamos gritar por aqueles que não tem voz!
Estou indignada!!!!!!
Ontem,saí com um casal de amigos que também AMAM os animais. Eles me contaram um acontecimento muito IMPORTANTE, que precisamos espalhar para todo o Brasil .Há que se fazer um movimento muito grande para descobrir a verdade dos fatos e tomar providências à nível nacional. Preste atenção no ABSURDO! MOVIMENTE BRASIL!
Esse casal, fez uma viagem AO SAGRADO TEMPLO DA NATUREZA, FERNANDO DE NORONHA. Pois bem: do que se ouve dizer do lugar, existe uma grande preocupação na preservação da natureza. Mas a preocupação é muito mais para "inglês ver", para impressionar turistas. Só para animais exóticos ou marítimos.
Na época, quando são liberadas as visitas de turistas para mergulho, sabe o que eles fazem com os animais de rua, que levam para a ilha?
Eles possuem um barco, que leva para alto mar, o lixo tratado, que deverá ser degradável e sumir, até como comida de peixe. Apenas lixo que não poluirá as claras águas de Fernando de Noronha. E sabe o que mais levam? OS GATOS E CACHORROS DE RUA E SOLTAM VIVOS EM ALTO MAR!!!!!!
Quem contou isso a esse casal de amigos meus, foi a moça que trabalhava no hotel em que se hospedaram e que em conversas, percebeu que gostavam de animais. Ela fica desesperada e nada pode fazer.
Esse casal, tem muito dinheiro e conhece gente importante. O marido da minha amiga contratou um advogado para levantar a verdade dos fatos e a mulher,enviou carta ao Governador do Estado, pedindo explicações. Sugeriram castração das fêmeas, que eles mesmos bancariam.
Sabe qual foi a resposta? Que eles não se metessem nos problemas da ilha. Que dava um trabalhão inútil castrar os animais e que eles " se metessem com os assuntos DO SUL DO PAÍS, porque os problemas da região dele, ele mesmo resolveria da maneira que ele achasse melhor( ou seja BURRA E IRRACIONAL)
Quantas pessoas sabem disso.Quantas,estiveram lá, souberam disso e nada fizeram?
Vamos nos mobilizar para descobrir a verdade e o absurdo.
DIVULGUE! DIVULGUE MUITO, porque a fonte é CONFIÁVEL.
Vamos gritar por aqueles que não tem voz!
Estou indignada!!!!!!
Conheça a agonia das aves por trás da indústria de produtos à base de penas
Conheça a agonia das aves por trás da indústria de produtos à base de penas
A blogueira do website ativista de direitos animais Change.org, Stephanie Ernst, escreveu um texto relembrando o sofrimento de gansos e patos que têm suas plumagens arrancadas regularmente durante sua curta vida. Essas penas macias, das quais as aves precisam, terminam em travesseiros, edredons e jaquetas e são arrancadas à força de animais destinados a uma morte violenta.
Apesar de o tema não receber tanta atenção quanto as peles, couro e lã, recentemente o assunto tem recebido destaque entre alguns ativistas. O empreendedor e ativista vegano americano Ari Solomon recentemente publicou um artigo no megablog Huffington Post sobre o assunto em resposta a um podcast sobre o mesmo tema. E um vídeo postado no YouTube mostra uma ave tendo sua plumagem arrancada violentamente. A expressão de dor do ganso quando ele finalmente é liberado das mãos de seu algoz é inconfundível.
Em seu texto, Ari lembra que as penas das aves não caem simplesmente delas e são coletadas por humanos. “Existem dois modos de arrancar penas de uma ave: quando ela está viva ou quando ela está morta. A indústria de penas considera as penas de aves vivas melhores e por isso gansos e patos têm suas penas arrancadas três ou quatro vezes por ano. Isso acontece desde a sua décima semana de vida até completarem quatro anos, para depois serem mortos por sua carne. Patos e gansos que vivem livres têm uma expectativa de vida de 12 a 15 anos.”
Eles sofrem durante uma vida marcada por traumas, dor e sofrimento, até o momento de seu abate brutal. A exploração e o abuso de animais por sua lã, penas, leite e ovos, bem como o assassinato de animais por sua pele estão todos relacionados à morte de animais que são convertidos em comida. Se você não come animais, mas compra produtos que contêm plumagem, couro e peles, ou consome laticínios e ovos, você também contribui para esse processo de exploração. Você continua criando demanda e financiando o assassinato desses jovens animais. O assassinato de animais para comida não dá lucro apenas porque as pessoas compram sua carne e leite – mas também porque as pessoas compram outros produtos e subprodutos dessas indústrias. Qualquer que seja o motivo pelo qual os animais são inicialmente explorados, eles sempre são abatidos no final.
Voltando ao assunto das plumagens: existem travesseiros de materiais alternativos e existem edredons de outros materiais que são muito confortáveis e que não dependem do sofrimento e da morte de gansos e patos. Jaquetas de inverno com enchimentos alternativos, como as que são feitas de garrafas de plástico recicladas e fibras de bambu, aquecem tão bem quanto. Pelos pássaros, por favor: evite plumagens e penas em qualquer produto.
O vídeo mostrando as imagens da tortura praticada contra os animais para a cruel obtenção de suas penas pode ser visto aqui:
Fonte: ANDA
A blogueira do website ativista de direitos animais Change.org, Stephanie Ernst, escreveu um texto relembrando o sofrimento de gansos e patos que têm suas plumagens arrancadas regularmente durante sua curta vida. Essas penas macias, das quais as aves precisam, terminam em travesseiros, edredons e jaquetas e são arrancadas à força de animais destinados a uma morte violenta.
Apesar de o tema não receber tanta atenção quanto as peles, couro e lã, recentemente o assunto tem recebido destaque entre alguns ativistas. O empreendedor e ativista vegano americano Ari Solomon recentemente publicou um artigo no megablog Huffington Post sobre o assunto em resposta a um podcast sobre o mesmo tema. E um vídeo postado no YouTube mostra uma ave tendo sua plumagem arrancada violentamente. A expressão de dor do ganso quando ele finalmente é liberado das mãos de seu algoz é inconfundível.
Em seu texto, Ari lembra que as penas das aves não caem simplesmente delas e são coletadas por humanos. “Existem dois modos de arrancar penas de uma ave: quando ela está viva ou quando ela está morta. A indústria de penas considera as penas de aves vivas melhores e por isso gansos e patos têm suas penas arrancadas três ou quatro vezes por ano. Isso acontece desde a sua décima semana de vida até completarem quatro anos, para depois serem mortos por sua carne. Patos e gansos que vivem livres têm uma expectativa de vida de 12 a 15 anos.”
Eles sofrem durante uma vida marcada por traumas, dor e sofrimento, até o momento de seu abate brutal. A exploração e o abuso de animais por sua lã, penas, leite e ovos, bem como o assassinato de animais por sua pele estão todos relacionados à morte de animais que são convertidos em comida. Se você não come animais, mas compra produtos que contêm plumagem, couro e peles, ou consome laticínios e ovos, você também contribui para esse processo de exploração. Você continua criando demanda e financiando o assassinato desses jovens animais. O assassinato de animais para comida não dá lucro apenas porque as pessoas compram sua carne e leite – mas também porque as pessoas compram outros produtos e subprodutos dessas indústrias. Qualquer que seja o motivo pelo qual os animais são inicialmente explorados, eles sempre são abatidos no final.
Voltando ao assunto das plumagens: existem travesseiros de materiais alternativos e existem edredons de outros materiais que são muito confortáveis e que não dependem do sofrimento e da morte de gansos e patos. Jaquetas de inverno com enchimentos alternativos, como as que são feitas de garrafas de plástico recicladas e fibras de bambu, aquecem tão bem quanto. Pelos pássaros, por favor: evite plumagens e penas em qualquer produto.
O vídeo mostrando as imagens da tortura praticada contra os animais para a cruel obtenção de suas penas pode ser visto aqui:
Fonte: ANDA
Sofrimento e maus-tratos: Os bastidores do confinamento intensivo - fonte: http://www.confinamentoanimal.org.br/
No Brasil, dezenas de milhares de galinhas poedeiras estão aglomeradas em pequenas clausuras de arame conhecidas como gaiolas em bateria. Espaços são tão apertados que as galinhas confinadas são impedidas de desenvolver muitos comportamentos naturais importantes, inclusive andar, empoleirar-se, tomar banho de poeira, fazer ninhos, e até mesmo esticar as asas. As práticas da indústria padrão, como a retirada de parte do bico sem anestésico e a muda forçada das galinhas pela privação de alimento, causam significativa dor nas aves.
Além dos danos físicos, incluindo quebra ou fraqueza dos ossos, perda de penas e doenças, elas também sofrem estresse psicológico.
No Brasil, mais de 1 ½ milhão de matrizes (porcas fêmeas) são tratadas como unidades produtoras de leitões em meios industriais. Essas matrizes sofrem com os rápidos ciclos de fecundação, gestação e amamentação. Durante a gestação de quatro meses, elas são mantidas em celas de gestação, baias de metal individuais com apenas 0.6 metros (60 cm) de largura por 2.1 metros de comprimento, espaços tão pequenos que os animais não conseguem se virar. Logo após o parto, elas são transferidas para celas de parição igualmente restritivas.
Matrizes confinadas em celas não são capazes de ter comportamentos naturais importantes, tais como fuçar, revolver a terra, construir ninhos, pastar, espojar-se, e socializar. Como resultado do confinamento intensivo, elas sofrem estresse psicológico assim como inúmeros danos físicos, incluindo infecções urinárias, enfraquecimento dos ossos, crescimento exagerado dos cascos, e debilidade.
Além dos danos físicos, incluindo quebra ou fraqueza dos ossos, perda de penas e doenças, elas também sofrem estresse psicológico.
No Brasil, mais de 1 ½ milhão de matrizes (porcas fêmeas) são tratadas como unidades produtoras de leitões em meios industriais. Essas matrizes sofrem com os rápidos ciclos de fecundação, gestação e amamentação. Durante a gestação de quatro meses, elas são mantidas em celas de gestação, baias de metal individuais com apenas 0.6 metros (60 cm) de largura por 2.1 metros de comprimento, espaços tão pequenos que os animais não conseguem se virar. Logo após o parto, elas são transferidas para celas de parição igualmente restritivas.
Matrizes confinadas em celas não são capazes de ter comportamentos naturais importantes, tais como fuçar, revolver a terra, construir ninhos, pastar, espojar-se, e socializar. Como resultado do confinamento intensivo, elas sofrem estresse psicológico assim como inúmeros danos físicos, incluindo infecções urinárias, enfraquecimento dos ossos, crescimento exagerado dos cascos, e debilidade.
Entendendo rótulos- SABER INTERPRETAR RÓTULOS QDO FOR COMPRAR OVOS - http://www.confinamentoanimal.org.br/entendendo-rotulos.asp
Fique de olho: você sabe interpretar rótulos na hora de comprar ovos?
A cada dia o consumidor se mostra mais interessado e preocupado com aquilo que compra. A rotulagem correta é um dever dos produtores com esse consumidor consciente, que busca informações precisas sobre as características e condições em que esses produtos foram obtidos. Este é um desafio especial para os consumidores preocupados com o bem-estar dos animais.
Apesar de ser um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor1, nem sempre é fácil entender esses rótulos, já que muitas vezes são confusos ou ainda transmitem uma falsa impressão. Resumindo, pode existir uma grande quantidade de informações que levam ao engano, considerando-se que há uso de palavras ambíguas, confusas e termos vagos.2
Hoje você encontra facilmente nos supermercados ovos rotulados como “caipira”,“colonial”, “orgânico”, “enriquecido”, etc., alguns deles com fotos das aves ciscando ao ar livre. Podemos confiar em tudo aquilo que lemos ou vemos nas embalagens?
Fique atento ao que diz a regulamentação brasileira: “fica proibida, nos rótulos, qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.” Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trará impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.3 Estudos demonstraram que as inadequações da rotulagem resultam mais da falta de fiscalização do que da ausência de leis.4
Ajude você também a fiscalizar os produtos que compra!
Conheça as classificações dos rótulos:
“Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial” 5
Esta classificação se deve a cor da casca e ao peso do ovo. Conhecidos também como “Ovos de granja”*, são produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”**, com alimentação exclusivamente a base de ração. Entre os ovos produzidos em sistema convencional, encontramos ainda os “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados”6 normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light”7 que prometem ter menos colesterol do que os normais. “Ovos Pufa” normalmente são ovos enriquecidos com Ômega 3 e Vitamina E.
Nenhum desses leva obrigatoriamente em consideração o bem-estar animal.
“Ovos Caipira” ou “Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial” 8
De acordo com a legislação devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos, que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos. A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de promotores de crescimento, antibióticos e pigmentos na ração. Também são conhecidos como “Ovos de Capoeira”. “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importadas da França, a Label Rouge. Tenha em mente que este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado. Assim, os consumidores não têm a garantia de que todos os quesitos do bem-estar animal foram alcançados.
“Ovos Orgânicos” 9
A principal característica é a alimentação das aves, toda feita com ingredientes de origem orgânica, ou seja, produzidos sem o uso de defensivos e fertilizantes químicos. É proibido o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração. Um dos quesitos para a obtenção do selo orgânico é o respeito ao comportamento natural e ao bem-estar da ave (saiba mais sobre estes quesitos no parágrafo a seguir). Para aprovação do rótulo orgânico o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada10 cujo selo é exibido na embalagem.
A preocupação com o bem-estar das galinhas poedeiras deve respeitar as seguintes normas: não é permitida a debicagem (retirada de uma parte do bico), muda forçada (privação de alimento para estimular novo ciclo de produção de ovos), nem o confinamento em gaiolas. As criações devem oferecer alimentação suficiente e água limpa, espaço para a interação social, movimentação, descanso, e abrigo. Enfim, proporcionar um ambiente que permita aos animais desenvolver seus comportamentos naturais.
É importante esclarecer que o fato de não serem “convencionais”, ou seja, não serem produzidos em sistemas de confinamento intensivo nas gaiolas em bateria, não significa que esses produtos sempre levem em consideração todos os aspectos relacionados ao bem-estar dos animais. A rotulagem pode ser realmente considerada significativa quando há a certificação por uma terceira parte confiável de que os padrões significativos associados ao rótulo foram alcançados. Selos com relevância para o bem-estar animal fornecem aos consumidores informações que podem ajudá-los a fazer escolhas conscientes.
Em 2008 foi lançado no Brasil o selo “Certified Humane”. Produtos que carregam este selo foram auditados pela certificadora terceirizada ECOCERT e alcançam determinados padrões de bem-estar animal.
Para maiores informações sobre este selo acesse: www.ecocert.com.br/bem_estar_animal.html.
* Obs: Não confunda o termo “granja”. Granja pode significar “uma construção fechada, na qual se abrigam aves ou mamíferos”11 ou ainda “sítio em que se faz a pequena indústria agrícola, a criação de aves de terreiro”.12 Neste caso, “ovos de granja” significam que são ovos produzidos por galinhas criadas nas condições convencionais, em granjas industrializadas, confinadas e em sistema de “gaiolas em bateria”.
** Gaiolas em bateria: filas de gaiolas de arame dispostas uma por cima das outras, superlotadas de galinhas.
Links Relacionados
- Certificação de Produtos
- Leia mais também sobre alimentação consciente: www.confinamentoanimal.org.br/acoes-para-o-confinamento-de-animais/cuide-da-sua-saude.asp e www.hsus.org/hsi/farm_animals/brazil/brazil_campaign_portuguese/alimentando.html
Referências:
1. BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Defesa do Consumidor (CDC). Lei n° 8 078/90 de 11 de setembro de 1990. Disponível em www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8078.htm. Acessado em maio de 2009.
2. CELESTE, R. K. Análise comparativa da legislação sobre rótulo alimentício do Brasil, Mercosul, Reino Unido e União Européia. Rev.Saúde Pública, n.35, p.217-223, 2001.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - RIISPOA - Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Brasília, v.2: 165p, 1980.
4. CÂMARA, M. C. C.; MARINHO, C. L. C.; GUILAM, M. C.; BRAGA, A. M. C. B. A produção acadêmica sobre a rotulagem de alimentos no Brasil. Rev Panam Salud Publica v.23 n.1 Washington jan. 2008.
5. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Resolução nº 1, de 9 de janeiro de 2003, Anexo VIII Nomenclatura de Ovos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.d.... Acessado em maio 2009.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 31, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos Adicionados de Nutrientes Essenciais.
7. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 27, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente à Informação Nutricional Complementar.
8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ofício Circular / DIPOA nº 60/99 em 04/11/99.
9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 007, de 17 de maio de 1999. Dispõe sobre normas para a produção de produtos orgânicos vegetais e animais. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.d... Acessado em maio 2009.
10. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 16, de 11 de Junho de 2004 - Anexo II Instruções Para Elaboração Do Rótulo De Produtos Orgânicos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.d... Acessado em maio 2009.
A cada dia o consumidor se mostra mais interessado e preocupado com aquilo que compra. A rotulagem correta é um dever dos produtores com esse consumidor consciente, que busca informações precisas sobre as características e condições em que esses produtos foram obtidos. Este é um desafio especial para os consumidores preocupados com o bem-estar dos animais.
Apesar de ser um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor1, nem sempre é fácil entender esses rótulos, já que muitas vezes são confusos ou ainda transmitem uma falsa impressão. Resumindo, pode existir uma grande quantidade de informações que levam ao engano, considerando-se que há uso de palavras ambíguas, confusas e termos vagos.2
Hoje você encontra facilmente nos supermercados ovos rotulados como “caipira”,“colonial”, “orgânico”, “enriquecido”, etc., alguns deles com fotos das aves ciscando ao ar livre. Podemos confiar em tudo aquilo que lemos ou vemos nas embalagens?
Fique atento ao que diz a regulamentação brasileira: “fica proibida, nos rótulos, qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.” Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trará impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.3 Estudos demonstraram que as inadequações da rotulagem resultam mais da falta de fiscalização do que da ausência de leis.4
Ajude você também a fiscalizar os produtos que compra!
Conheça as classificações dos rótulos:
“Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial” 5
Esta classificação se deve a cor da casca e ao peso do ovo. Conhecidos também como “Ovos de granja”*, são produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”**, com alimentação exclusivamente a base de ração. Entre os ovos produzidos em sistema convencional, encontramos ainda os “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados”6 normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light”7 que prometem ter menos colesterol do que os normais. “Ovos Pufa” normalmente são ovos enriquecidos com Ômega 3 e Vitamina E.
Nenhum desses leva obrigatoriamente em consideração o bem-estar animal.
“Ovos Caipira” ou “Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial” 8
De acordo com a legislação devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos, que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos. A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de promotores de crescimento, antibióticos e pigmentos na ração. Também são conhecidos como “Ovos de Capoeira”. “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importadas da França, a Label Rouge. Tenha em mente que este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado. Assim, os consumidores não têm a garantia de que todos os quesitos do bem-estar animal foram alcançados.
“Ovos Orgânicos” 9
A principal característica é a alimentação das aves, toda feita com ingredientes de origem orgânica, ou seja, produzidos sem o uso de defensivos e fertilizantes químicos. É proibido o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração. Um dos quesitos para a obtenção do selo orgânico é o respeito ao comportamento natural e ao bem-estar da ave (saiba mais sobre estes quesitos no parágrafo a seguir). Para aprovação do rótulo orgânico o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada10 cujo selo é exibido na embalagem.
A preocupação com o bem-estar das galinhas poedeiras deve respeitar as seguintes normas: não é permitida a debicagem (retirada de uma parte do bico), muda forçada (privação de alimento para estimular novo ciclo de produção de ovos), nem o confinamento em gaiolas. As criações devem oferecer alimentação suficiente e água limpa, espaço para a interação social, movimentação, descanso, e abrigo. Enfim, proporcionar um ambiente que permita aos animais desenvolver seus comportamentos naturais.
É importante esclarecer que o fato de não serem “convencionais”, ou seja, não serem produzidos em sistemas de confinamento intensivo nas gaiolas em bateria, não significa que esses produtos sempre levem em consideração todos os aspectos relacionados ao bem-estar dos animais. A rotulagem pode ser realmente considerada significativa quando há a certificação por uma terceira parte confiável de que os padrões significativos associados ao rótulo foram alcançados. Selos com relevância para o bem-estar animal fornecem aos consumidores informações que podem ajudá-los a fazer escolhas conscientes.
Em 2008 foi lançado no Brasil o selo “Certified Humane”. Produtos que carregam este selo foram auditados pela certificadora terceirizada ECOCERT e alcançam determinados padrões de bem-estar animal.
Para maiores informações sobre este selo acesse: www.ecocert.com.br/bem_estar_animal.html.
* Obs: Não confunda o termo “granja”. Granja pode significar “uma construção fechada, na qual se abrigam aves ou mamíferos”11 ou ainda “sítio em que se faz a pequena indústria agrícola, a criação de aves de terreiro”.12 Neste caso, “ovos de granja” significam que são ovos produzidos por galinhas criadas nas condições convencionais, em granjas industrializadas, confinadas e em sistema de “gaiolas em bateria”.
** Gaiolas em bateria: filas de gaiolas de arame dispostas uma por cima das outras, superlotadas de galinhas.
Links Relacionados
- Certificação de Produtos
- Leia mais também sobre alimentação consciente: www.confinamentoanimal.org.br/acoes-para-o-confinamento-de-animais/cuide-da-sua-saude.asp e www.hsus.org/hsi/farm_animals/brazil/brazil_campaign_portuguese/alimentando.html
Referências:
1. BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Defesa do Consumidor (CDC). Lei n° 8 078/90 de 11 de setembro de 1990. Disponível em www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8078.htm. Acessado em maio de 2009.
2. CELESTE, R. K. Análise comparativa da legislação sobre rótulo alimentício do Brasil, Mercosul, Reino Unido e União Européia. Rev.Saúde Pública, n.35, p.217-223, 2001.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - RIISPOA - Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Brasília, v.2: 165p, 1980.
4. CÂMARA, M. C. C.; MARINHO, C. L. C.; GUILAM, M. C.; BRAGA, A. M. C. B. A produção acadêmica sobre a rotulagem de alimentos no Brasil. Rev Panam Salud Publica v.23 n.1 Washington jan. 2008.
5. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Resolução nº 1, de 9 de janeiro de 2003, Anexo VIII Nomenclatura de Ovos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.d.... Acessado em maio 2009.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 31, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos Adicionados de Nutrientes Essenciais.
7. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 27, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente à Informação Nutricional Complementar.
8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ofício Circular / DIPOA nº 60/99 em 04/11/99.
9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 007, de 17 de maio de 1999. Dispõe sobre normas para a produção de produtos orgânicos vegetais e animais. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.d... Acessado em maio 2009.
10. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 16, de 11 de Junho de 2004 - Anexo II Instruções Para Elaboração Do Rótulo De Produtos Orgânicos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.d... Acessado em maio 2009.
PERGUNTAS FREQUENTES - PETA
"Por que você perde seu tempo se preocupando com isso? Pessoas morrem de fome na África!"
A primeira categoria de pergunta basicamente exprime o sentido da outra pessoa que existem coisas mais importantes que você poderia fazer com seu tempo. Eles poderão pedir explicitamente, "Não é possível encontrar algo melhor fazer com sua energia?" ou "Por que não trabalha no combate à pobreza global ou abuso infantil ou aborto?"
Lembre-se de que seu objetivo não é ganhar este argumento. Naturalmente, a quem pedir esta questão provavelmente não estão a gastar seu tempo de combate à pobreza global, portanto você poderá ganhar facilmente o argumento, salientando que a pessoa é uma hipócrita completa. Mas no entanto tentador e divertido que pode ser, que não é realmente uma maneira eficaz de aproximar esta pessoa em torno de sua maneira de pensar. Em vez disso, reconhece que é uma boa pergunta. Chamar a atenção para que você conheça seres humanos, também. E colocá-los em torno a um entendimento que você simplesmente está pedindo-lhes que viver até aos seus próprios padrões éticos, que incluirá opostos crueldade para com os animais.
Você pode optar por dizer, "eu vejo o que você está dizendo, e apoio a grupos como a Amnistia Internacional e da Oxfam que lutam pelos direitos do Homem, bem. Mas não concorda que a crueldade para com os animais deve ser combatida?" Uma vez concordam, você poderá continuar apontando, "um dos grandes aspectos contribuindo para evitar a crueldade para com os animais de criação é que ele leva nenhum tempo extra. Podemos continuar nosso activismo contra AIDS ou abuso infantil e, ao mesmo tempo, basta escolher um vegetariano burger, em vez de carne de frango no almoço. Naturalmente, se podemos comer o burger vegetariano, provavelmente será em torno de muito mais tempo para lutar pelos direitos humanos, porque os vegetarianos são menos susceptíveis de sofrer de doenças cardíacas, traçados e câncer de colon. Além disso, porque a carne é tão desperdício de combustível, grãos e água, você vai estar contribuindo para evitar fome global por vegetariano vai. Trata-se de uma decisão de win-win para animais e pessoas. Aqui, não você leia este folheto? Eu acho que ele ajudará a explicar por que esta questão é tão importante para mim."
"Mas eu realmente apenas não preocupa frangos. Não me importa se eles são fervidos vivos — eles são apenas de frangos. Por que devo me preocupar?"
O próximo tipo de perguntas freqüentes envolve a racionalização da vontade da pessoa comer carne. Estas perguntas tentam desviar a questão para algo que é realmente ao lado o ponto.
Lembre-se de pensar sobre motivação e conceder a que a outra pessoa está acessível. Torna-se então mais fácil construir uma resposta. Ressoam com que dizem — talvez você costumava ser assim e possa compreender o sentimento. Pessoas como se sentir ouvido. E pedir para obter mais informações, em vez de simplesmente lançar em um monólogo.
Você pode optar por dizer, "bem, eu sei o que você quer dizer. Não costumava quer se preocupam com frangos. Você preocupar crueldade para cães e gatos?" Depois que eles respondem, você será capaz de explicar como viveiro de animais são as mesmas e gatos na sua capacidade de sentir dor e a sofrer, e que eles são indivíduos que não desejam ser intensamente confinados e violentamente assassinadas.
Mas digamos que continuam com "não, eu não ligo sobre animais minimamente."
Você pode optar por dizer, "ouvir o que você está dizendo, mas para mim, não é sobre isso. Tenho alguns amigos que não são amantes de animais, mas que tenham adoptado uma dieta vegetariana assim mesmo, simplesmente porque eles são contrário a violência e crueldade. Animais nas explorações de fábrica têm seus corpos mutilados, eles nunca são capazes de fazer tudo o que é natural para eles e eles estão cooped em seus próprios resíduos para toda a sua vida. Frangos são criados e drugged a crescer tão rapidamente que eles se tornam cerceados sob seu próprio peso. Penso que, se você pudesse ver como mau é, você não poderia desejar apoiá-lo. Sei que esta pode parecem uma pergunta curiosa, mas porque você comer carne?"
A primeira categoria de pergunta basicamente exprime o sentido da outra pessoa que existem coisas mais importantes que você poderia fazer com seu tempo. Eles poderão pedir explicitamente, "Não é possível encontrar algo melhor fazer com sua energia?" ou "Por que não trabalha no combate à pobreza global ou abuso infantil ou aborto?"
Lembre-se de que seu objetivo não é ganhar este argumento. Naturalmente, a quem pedir esta questão provavelmente não estão a gastar seu tempo de combate à pobreza global, portanto você poderá ganhar facilmente o argumento, salientando que a pessoa é uma hipócrita completa. Mas no entanto tentador e divertido que pode ser, que não é realmente uma maneira eficaz de aproximar esta pessoa em torno de sua maneira de pensar. Em vez disso, reconhece que é uma boa pergunta. Chamar a atenção para que você conheça seres humanos, também. E colocá-los em torno a um entendimento que você simplesmente está pedindo-lhes que viver até aos seus próprios padrões éticos, que incluirá opostos crueldade para com os animais.
Você pode optar por dizer, "eu vejo o que você está dizendo, e apoio a grupos como a Amnistia Internacional e da Oxfam que lutam pelos direitos do Homem, bem. Mas não concorda que a crueldade para com os animais deve ser combatida?" Uma vez concordam, você poderá continuar apontando, "um dos grandes aspectos contribuindo para evitar a crueldade para com os animais de criação é que ele leva nenhum tempo extra. Podemos continuar nosso activismo contra AIDS ou abuso infantil e, ao mesmo tempo, basta escolher um vegetariano burger, em vez de carne de frango no almoço. Naturalmente, se podemos comer o burger vegetariano, provavelmente será em torno de muito mais tempo para lutar pelos direitos humanos, porque os vegetarianos são menos susceptíveis de sofrer de doenças cardíacas, traçados e câncer de colon. Além disso, porque a carne é tão desperdício de combustível, grãos e água, você vai estar contribuindo para evitar fome global por vegetariano vai. Trata-se de uma decisão de win-win para animais e pessoas. Aqui, não você leia este folheto? Eu acho que ele ajudará a explicar por que esta questão é tão importante para mim."
"Mas eu realmente apenas não preocupa frangos. Não me importa se eles são fervidos vivos — eles são apenas de frangos. Por que devo me preocupar?"
O próximo tipo de perguntas freqüentes envolve a racionalização da vontade da pessoa comer carne. Estas perguntas tentam desviar a questão para algo que é realmente ao lado o ponto.
Lembre-se de pensar sobre motivação e conceder a que a outra pessoa está acessível. Torna-se então mais fácil construir uma resposta. Ressoam com que dizem — talvez você costumava ser assim e possa compreender o sentimento. Pessoas como se sentir ouvido. E pedir para obter mais informações, em vez de simplesmente lançar em um monólogo.
Você pode optar por dizer, "bem, eu sei o que você quer dizer. Não costumava quer se preocupam com frangos. Você preocupar crueldade para cães e gatos?" Depois que eles respondem, você será capaz de explicar como viveiro de animais são as mesmas e gatos na sua capacidade de sentir dor e a sofrer, e que eles são indivíduos que não desejam ser intensamente confinados e violentamente assassinadas.
Mas digamos que continuam com "não, eu não ligo sobre animais minimamente."
Você pode optar por dizer, "ouvir o que você está dizendo, mas para mim, não é sobre isso. Tenho alguns amigos que não são amantes de animais, mas que tenham adoptado uma dieta vegetariana assim mesmo, simplesmente porque eles são contrário a violência e crueldade. Animais nas explorações de fábrica têm seus corpos mutilados, eles nunca são capazes de fazer tudo o que é natural para eles e eles estão cooped em seus próprios resíduos para toda a sua vida. Frangos são criados e drugged a crescer tão rapidamente que eles se tornam cerceados sob seu próprio peso. Penso que, se você pudesse ver como mau é, você não poderia desejar apoiá-lo. Sei que esta pode parecem uma pergunta curiosa, mas porque você comer carne?"
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